25 novembro , 2009

09/06/2009 _ IDC firma parceria com ABES

Instituto Dirceu Carneiro_IDC e Associação Brasileira de Engenharia Sanitária Ambiental_ABES firmam parceria para troca de informações e disponibilização de documentos produzidos pela ABES-SC, no sentido de viabilizar o mapeamento das principais fontes de emissões antrópicas de gases de efeito estufa (GEE) em Santa Catarina.

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12 outubro , 2009

FÓRUM CATARINENSE DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS

INSTITUTO DIRCEU CARNEIRO É UM DOS REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL NO FÓRUM CATARINENSE DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS _ FCMCG

 

 

Dia sete de outubro o Instituto Dirceu Carneiro participou da primeira reunião do Fórum Catarinense de Mudanças Climáticas Globais _ FCMCG, sendo uma das instituições representantes da Sociedade Civil. A sess]ao presidida pelo governador Luiz Henrique da Silveira e coordenada pelo secretario Onofre Agostini, iniciou com a posse dos foristas. Em seguida o Sr. Neilton F. da Silva, representante do Fórum Nacional de Mudanças Climáticas Globais, apresentou as diretrizes do Plano Nacional de Mudanças Climáticas. O FCMCG foi criado em março de 2009 e tem como objetivo conscientizar e mobilizar a sociedade catarinense para discussão e tomada de posição sobre o fenômeno das mudanças climáticas globais, a necessidade de conservar a diversidade biológica do planeta, e promover a sinergia entre as duas temáticas.

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22 setembro , 2009

Emissão de CO2 no mundo cai ; líderes discutirão pacto

A recessão deve causar a mais profunda queda nas emissões de gases do efeito estufa em 40 anos, segundo uma estimativa divulgada nesta segunda feira, enquanto líderes mundiais seguem rumo a Nova York para tentar romper o impasse sobre a formatação de um novo pacto climático global.

 

As emissões em todo o mundo de dióxido de carbono, principal gás resultante da ação humana causador do efeito estufa, vão cair cerca de 2,6% em 2009, como resultado da queda da atividade industrial em todo o mundo, informou nesta segunda-feira a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês). O mundo tem de aproveitar essa queda para conduzir uma luta global contra as mudanças climáticas em vez de permitir que as emissões cresçam novamente, como aconteceu em recessões anteriores, disse Fatih Birol, economista-chefe do IEA, em entrevista à Reuters. "Esta queda nas emissões e em investimentos em combustíveis fósseis somente terá significado com um acordo em Copenhague, que envie um sinal para investidores na direção do baixo teor de carbono," disse ele, referindo-se à cúpula da ONU em dezembro na capital da Dinamarca.

 

O mundo se encaminha para definir em dezembro, em Copenhague, um novo e mais rígido pacto climático para substituir o Protocolo de Kyoto depois de 2012, mas as conversações ainda não conclusivas envolvendo 190 países e conduzidas pela ONU. Na terça-feira, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, realizará uma reunião sobre mudanças climáticas com lideres mundiais na sede da ONU, em Nova York, para fazer deslanchar o processo de negociações.

 

As negociações estão estancadas na questão da divisão entre países ricos e pobres do quanto de emissões cada parte terá de reduzir até 2020 e, também, em como arrecadar talvez 100 bilhões de dólares por ano para ajudar as nações pobres a combaterem o aquecimento e se adaptarem às consequências das mudanças climáticas, como a elevação das marés e a desertificação. Alguns especialistas expressaram dívidas de que a recessão e a queda da produção industriam possam levar a um desenvolvimento mais sustentável.

 

"Quando os políticos falam sobre crise financeira, tudo que dizem se refere ao retorno do crescimento, o que significa emissões mais elevadas", comentou Paal Prestrud, diretor do Centro Internacional para Pesquisa em Meio ambiente e Clima, em Oslo. "Temos de reduzir emissões de modo planejado para evitar problemas sociais, e não por meio da recessão", disse. As emissões de carbono dos EUA vão diminuir 6% este ano, informou a IEA duas semanas atrás, e as da Europa vão cair entre 4 e 5%, disse à Reuters o analista Mark Lewis, da Deutsche. Em contrapartida, as emissões de carbono e a produção industrial estão crescendo nos países em desenvolvimento, especialmente no maior emissor mundial de carbono, a China, mas o total do planeta vai se reduzir de modo geral, de acordo com a IEA.

 

"A maior queda (em cerca de 40 anos) foi em 1982, de 1,3%, como resultado de problemas econômicos e preços do petróleo", disse Birol, da IEA. "Calculamos que este ano a redução será o dobro desse número", afirmou ele à Reuters. "Examinamos país por país nos itens de consumo de energia elétrica, carvão, petróleo e gás no acumulado dos últimos oito meses e meio e estimamos o que poderia acontecer nos próximos três meses", explicou ele, referindo-se às analises da IEA de países membros ou não da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

 

China e EUA - Na cúpula de terça-feira as atenções se voltarão para a China e os EUA, principais emissores, responsáveis por mais de 40 por cento do total mundial, para ajudar no avanço das conversações em Copenhague. O presidente chinês, Hu Jintao, deve apresentar na cúpula planos para o enfrentamento do aquecimento global. A especulação é de que ele definirá metas para contenção da "intensidade do carbono" - a quantidade de emissões por unidade de produção econômica -, mas ficará aquém de cortes absolutos em emissões.

 

E o presidente norte-americano, Barack Obama, terá de convencer o restante do mundo de que os EUA estão sendo sérios na questão do corte de emissões, quando parece improvável que o Senado do país aprove legislação sobre clima até a conferência de Copenhague. As conversações da ONU estão "perigosamente próximas do impasse", é o que o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso iria dizer nesta segunda-feira, segundo trechos do discurso que faria em Nova York, no qual iria pedir às nações em desenvolvimento que façam mais para obterem apoio financeiro dos países industrializados.

 

"A conferência corre o risco de se transformarem em um amargo colapso, adiando as ações contra as mudanças climáticas talvez por anos", segundo o trecho do discurso. O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, levantou a possibilidade de que a conferência de Copenhague, prevista para os dias 7 a 18 de dezembro, se transforme em uma cúpula de lideres mundiais. "Se for necessário para fecharmos um acordo, irei pessoalmente a Copenhague e pedirei aos demais lideres que façam o mesmo," escreveu Brown esta semana em um artigo na revista norte-americana Newsweek. (Fonte: Estadão Online)

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21 setembro , 2009

Recessão leva à maior reduçãoo do efeito estufa em 40 anos

Desaceleraçãoo da produção industrial foi uma das causas da diminuição do gás carbônico na atmosfera. Uma notícia surpreendente para começar a semana. Um estudo da Agência Internacional de Energia revelou nesta segunda-feira (21) que a recessão global provocou a maior redução do efeito estufa em 40 anos. A conclusão do estudo foi publicada na edição de hoje do jornal britanico Financial Times. A desaceleração da produção industrial foi uma das causas da diminuição do gás carbônico na atmosfera. Também causou impacto a iniciativa dos governos de cortar as emissões de gás, especialmente na União Européia, nos Estados Unidos e na China. O estudo indica que será muito menos diffícil do que se pensava evitar um perigoso aquecimento global. Fonte: http://g1.globo.com/bomdiabrasil.

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21 setembro , 2009

Pegada Ecológica? O que é isso?

Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente? é isso mesmo, nossa caminhada pela Terra deixa "rastros", "pegadas", que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. De certa forma, essas pegadas dizem muito sobre quem somos! A Pegada Ecológica nos dá uma medida exata e sim uma estimativa. Ela nos mostra até que ponto a nossa forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta de oferecer, renovar seus recursos naturais e absorver os resíduos que geramos por muitos e muitos anos. Isto considerando que dividimos o espaço com outros seres vivos e que precisamos cuidar da nossa e das próximas gerações. Afinal de contas, nosso planeta é só um! http://www.wwf.org.br/wwf_brasil/pegada_ecologica/o_que_e_pegada_ecologica/

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15 junho , 2009

Objetivo do INVGEESC

O INVGEESC tem como principal objetivo sensibilizar a sociedade catarinense sobre as questões relacionadas ás mudanâns climáticas, utilizando como indicador as estimativas de emissões de gases de efeito estufa.

Com estas informções é possível obter um mapa das fontes de emissões, podendo identificar os geradores de GEE e definir estratégias para reduzir as emissões, além de ter subsídio para promover campanhas educativas. Para isso a elaboração do inventário baseia-se na metodologia do IPCC _ Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas1 e no Primeiro Inventário Brasileiro de Emissões Antrópicas de Gases de Efeito Estufa2.

Seguem-se os princípios de transparência, precisão, completude, consistência e relevância.

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